Candomblé

O axé enquanto resistência decolonial

A tentativa de silenciar os tambores e os seus ecos demonstra o quanto os sentidos negros devem ser, em nome desse desejo centralizador, interrompidos para que se garanta uma ordem genocida.

Terreiros de candomblé, espaços do axé

A diáspora africana conseguiu organizar a formação de comunidades religiosas a partir de denominações — as diversas ‘nações’ do Candomblé — que serviam para refletir as múltiplas identidades étnicas e as maneiras que elas encontraram de se congregar ou de se diferenciar.

Espaço sagrado do candomblé

Há um espaço restrito aos iniciados para dispor as paramentas (vestimentas dos orixás e contas) e objetos sagrados e uma sala de consulta.

Ogum e o redirecionamento ético

É possível dizer que as epistemologias afrocentradas se estruturam, entre outros fatores, na compreensão refinada sobre o contexto e, mais, na análise crítica e ativa que tenciona desmantelar as supostas cosmovisões hegemônicas.

Qual é o risco de o sagrado dançar?

O fetiche, entre outros aspectos, anuncia o desejo constituído pelas narrativas hegemônicas e que, de modos múltiplos, sutis e refinados, mantém as cenas sociais, afetivas, políticas, religiosas etc. “ordenadas”.

O racismo religioso como o excesso de noite

Pensar o racismo é considerar a existência de uma estrutura que tece, de modo profundamente violento, as nossas relações. O apego à raça está embebido pelo desejo destrutivo contra os que são marcados como os outros.

EXPEDIENTE

A Senso é uma revista bimestral voltada à temática do senso religioso contemporâneo sob o olhar de múltiplas áreas do saber, tendo como referencia os Estudos Religião.

ISSN 2526-589X

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